Alessandro Manzoni: biografia, Os Noivos, língua italiana e importância histórica
Por que alguém deveria reler Alessandro Manzoni em 2026? Curiosamente, essa pergunta apareceu de forma bastante literal nos últimos dias. Em 22 de setembro, a Universidade de Genebra anunciou para 1º de outubro uma conferência intitulada “Il bello era a sentirlo raccontare...” Perché (ri)leggere I promessi sposi — algo como “O bonito era ouvi-lo contar... Por que (re)ler Os Noivos?”. A proposta é justamente tirar o romance daquela lembrança de “livro obrigatório de escola” e mostrá-lo como uma narrativa viva, cheia de conflitos, paixões, violência, humor e escolhas morais.
O tema é atual por uma razão simples: I promessi sposi, ou Os Noivos, continua sendo uma das obras centrais da cultura italiana. Só que Manzoni é maior do que o romance que o tornou famoso. Ele participou do debate sobre a formação de uma língua nacional, acompanhou o processo do Risorgimento, escreveu poesia sobre Napoleão, refletiu sobre história e justiça e acabou transformado, ainda em vida, em uma espécie de referência cultural da Itália que estava nascendo politicamente.
E talvez seja justamente esse o ponto interessante para nós, leitores de outro país e de outro século. Manzoni permite observar uma pergunta que continua muito atual: qual é a relação entre literatura, língua e identidade nacional? Uma língua une um país porque o governo determina? Porque a escola ensina? Porque os escritores criam modelos? Ou porque milhões de pessoas passam a reconhecer determinada forma de falar e escrever como sua?
Parece uma discussão bastante teórica, eu sei. Mas basta pensar no português brasileiro, nas diferenças regionais, na língua ensinada na escola e na língua efetivamente falada para perceber que o assunto não está tão distante assim.
Quem foi Alessandro Manzoni?
Alessandro Manzoni nasceu em 7 de março de 1785, em Milão, e morreu na mesma cidade em 22 de maio de 1873. É considerado um dos nomes fundamentais da literatura italiana do século XIX e uma das figuras centrais para a consolidação do romance moderno na Itália.
Sua mãe era Giulia Beccaria, filha de Cesare Beccaria, o célebre pensador iluminista autor de Dos Delitos e das Penas. Só essa conexão familiar já coloca Manzoni muito perto de um dos ambientes intelectuais mais importantes da Europa do século XVIII.
A infância, porém, não foi exatamente tranquila. Os pais se separaram e Manzoni passou vários anos estudando em colégios religiosos. Mais tarde, já jovem, aproximou-se novamente da mãe e, em 1805, mudou-se para Paris.
A passagem pela França foi decisiva. Manzoni frequentou ambientes intelectuais ligados aos chamados idéologues, entrou em contato com debates filosóficos e literários europeus e construiu uma amizade muito importante com o historiador francês Claude Fauriel.
Essa experiência ajudou a afastá-lo progressivamente dos modelos literários neoclássicos e a aproximá-lo da sensibilidade que depois seria associada ao Romantismo.
A conversão religiosa mudou a obra de Manzoni?
Mudou profundamente.
Em 1808, Manzoni casou-se com Enrichetta Blondel, jovem de origem suíça e formação calvinista. Nos anos seguintes, tanto ela quanto o escritor passaram por um processo de aproximação com o catolicismo.
A tradição biográfica durante muito tempo apresentou a conversão de Manzoni como consequência de um episódio quase instantâneo ocorrido em Paris, em 1810, quando ele teria perdido a esposa no meio de uma multidão durante as celebrações do casamento de Napoleão com Maria Luísa da Áustria e entrado desesperado na igreja de Saint-Roch.
A pesquisa biográfica contemporânea costuma tratar essa história com mais cuidado. O episódio faz parte da tradição sobre o escritor, mas seu retorno ao catolicismo parece ter sido um processo mais longo, ligado também às relações familiares, às leituras e aos círculos religiosos que frequentava.
Depois dessa transformação, a religião passaria a ocupar um lugar central em sua produção. Isso não significa, porém, que seus textos tenham se tornado simplesmente obras de devoção.
Em Manzoni, o cristianismo se relaciona o tempo inteiro com problemas históricos: injustiça, violência, poder, responsabilidade individual, sofrimento e liberdade.
Manzoni não parece interessado apenas em perguntar se uma pessoa “acredita” ou “não acredita”. O que realmente importa em boa parte de sua obra é outra questão: o que alguém faz quando sua consciência entra em conflito com o medo, o poder ou os interesses do próprio grupo?
A partir de 1812, ele iniciou a composição dos Inni sacri, os Hinos Sagrados, procurando unir conteúdo religioso e uma linguagem poética que alcançasse um público mais amplo.
Vieram também as tragédias Il conte di Carmagnola e Adelchi, nas quais Manzoni utilizou acontecimentos históricos para refletir sobre violência, dominação política e os destinos de pessoas esmagadas por forças muito maiores do que elas.
O que Manzoni escreveu sobre Napoleão?
Uma de suas poesias mais conhecidas nasceu justamente da morte de Napoleão Bonaparte.
Napoleão morreu na ilha de Santa Helena em 5 de maio de 1821. A notícia, porém, chegou a Manzoni somente em julho. Segundo a documentação preservada pela Casa Manzoni, o escritor compôs em poucos dias a ode que ficaria conhecida como Il cinque maggio, “O Cinco de Maio”.
O curioso é que Manzoni não escreve simplesmente um poema de celebração do imperador francês.
Ele havia permanecido em silêncio tanto durante os triunfos quanto durante as derrotas de Napoleão. A morte lhe permite olhar para aquela trajetória extraordinária de uma distância diferente.
Surge então uma das perguntas mais famosas do poema: a grandeza histórica de Napoleão correspondia a uma verdadeira glória?
Para Manzoni, a resposta final não pertence exatamente à política. A trajetória do homem que havia atravessado a Europa conquistando territórios acaba submetida à mesma fragilidade que atinge qualquer ser humano.
Há também uma história editorial interessante. A censura austríaca não autorizou inicialmente a publicação, mas cópias manuscritas começaram a circular. A ode chegou ao exterior e foi traduzida para o alemão por Johann Wolfgang von Goethe.
É um bom exemplo de como os textos conseguiam circular antes de internet, redes sociais e arquivos digitais. Quando uma obra encontrava leitores interessados, proibir oficialmente não significava necessariamente fazê-la desaparecer.
Como surgiu Os Noivos, a principal obra de Manzoni?
Em 1821, Manzoni começou a trabalhar em uma narrativa inicialmente conhecida como Fermo e Lucia.
A primeira versão foi concluída em 1823, mas ele não ficou satisfeito. O texto passou por uma revisão profunda, mudando estrutura, personagens, linguagem e ritmo narrativo.
Entre 1825 e 1827, surgiu a primeira edição de I promessi sposi, já com os protagonistas chamados Renzo e Lucia. Essa versão costuma ser chamada pelos estudiosos de Ventisettana, por causa do ano de 1827.
Para qualquer escritor que reclame quando precisa revisar um parágrafo três vezes, a história de Manzoni é um pequeno choque de realidade: ele continuaria corrigindo o romance durante mais de uma década.
A edição definitiva foi publicada entre 1840 e 1842 e ficou conhecida como Quarantana.
Portanto, quando falamos de Os Noivos, não estamos diante de um livro escrito de uma vez e enviado tranquilamente para a gráfica. Estamos diante de um projeto literário que acompanhou o autor por aproximadamente vinte anos.
Sobre o que fala Os Noivos?
A história parece simples no começo.
Renzo Tramaglino e Lucia Mondella são dois jovens que pretendem se casar na Lombardia do século XVII. O problema surge quando Don Rodrigo, um poderoso senhor local, decide impedir o casamento porque deseja Lucia.
O padre Don Abbondio, responsável pela cerimônia, recebe ameaças e recua. A partir daí, aquilo que seria apenas um casamento transforma-se em uma longa sequência de fugas, perseguições, separações e encontros.
Só que Manzoni usa a história dos dois para construir algo muito maior.
O romance se passa entre 1628 e 1630, em uma Lombardia submetida ao domínio espanhol e atingida pela Guerra dos Trinta Anos, pela fome e pela peste.
Com isso, pessoas comuns são colocadas no centro de grandes acontecimentos históricos.
Essa decisão é fundamental. Manzoni não conta a história a partir de reis, generais e conquistadores. Ele acompanha dois jovens de origem humilde tentando simplesmente construir a própria vida enquanto governos, aristocratas, guerras, epidemias e autoridades religiosas interferem em seu caminho.
É aí que o romance deixa de ser apenas uma história de amor.
Don Rodrigo representa o abuso do poder privado. Don Abbondio é um personagem dominado pelo medo. Frei Cristóvão procura transformar a própria culpa em serviço. O Innominato — literalmente “o Inominado” — é um homem violento que atravessa uma das grandes crises morais da narrativa.
E tudo isso acontece enquanto Manzoni coloca o leitor diante de uma sociedade em que leis existem, mas nem sempre conseguem proteger quem mais precisa delas.
A peste em Os Noivos aconteceu de verdade?
Sim. Esse é um dos pontos que tornam o romance especialmente interessante do ponto de vista histórico.
A peste que atingiu Milão em 1630 foi um acontecimento real. Manzoni estudou documentos, crônicas e relatos do período para reconstruir o ambiente da epidemia.
No romance, a doença não aparece apenas como cenário dramático. Ela permite observar o comportamento coletivo diante do medo.
Espalham-se rumores sobre os chamados “untori”, pessoas acusadas de provocar deliberadamente a epidemia espalhando substâncias contaminadas.
Hoje sabemos que essa explicação era falsa, mas a crença produziu consequências muito reais: suspeitas, perseguições e processos judiciais.
É difícil ler essas páginas atualmente sem pensar em fenômenos que continuam presentes em situações de crise: desinformação, procura por culpados, teorias conspiratórias e acusações que se espalham mais rapidamente do que as evidências.
Manzoni voltou ao tema de maneira ainda mais direta na Storia della colonna infame, publicada junto da edição definitiva do romance.
Ali, examina o processo contra pessoas acusadas de disseminar a peste e discute a responsabilidade dos juízes. Não se trata simplesmente de dizer que “todo mundo naquela época acreditava nisso”. O escritor pergunta até que ponto as autoridades poderiam ter agido de maneira diferente.
Essa pergunta continua bastante moderna: estar inserido em uma sociedade marcada por um erro coletivo elimina a responsabilidade individual de quem toma decisões injustas?
Por que Manzoni foi tão importante para a língua italiana?
Aqui chegamos talvez à parte mais importante de sua influência histórica.
No começo do século XIX, aquilo que hoje chamamos de Itália ainda não existia como um Estado nacional unificado. A península estava politicamente dividida e apresentava enorme diversidade linguística.
Havia uma tradição escrita italiana bastante antiga, ligada principalmente ao prestígio do toscano e de autores como Dante, Petrarca e Boccaccio. Mas existia uma distância considerável entre essa tradição literária e as diversas línguas e dialetos usados no cotidiano.
Para Manzoni, isso criava um problema muito concreto quando começou a escrever o romance: como produzir uma prosa realmente viva que pudesse funcionar para leitores de diferentes partes da Itália?
A primeira edição de I promessi sposi ainda não o satisfez linguisticamente.
Em 1827, pouco depois da publicação, Manzoni viajou para a Toscana e passou um período em Florença observando o uso real da língua.
O processo ficou famoso pela expressão da “risciacquatura in Arno”, a “lavagem das roupas no Arno”: uma maneira bem-humorada de representar a revisão do romance à luz do fiorentino vivo e culto.
A edição de 1840–1842 substituiu formas consideradas excessivamente literárias, lombardas ou distantes da fala por soluções mais próximas do uso florentino.
Manzoni não estava apenas procurando escrever um livro “bonito”. Ao trabalhar a língua de Os Noivos, ele participava de uma discussão muito maior: que língua poderia ser compartilhada por uma população que ainda estava politicamente dividida, mas começava a imaginar-se como uma nação?
A importância desse projeto aumentaria enormemente depois da unificação política italiana.
Estudos da Treccani destacam que o romance exerceu influência não apenas sobre a literatura, mas também sobre a escola e a educação linguística. A prosa manzoniana tornou-se um modelo de italiano e deixou marcas inclusive no uso cotidiano.
É claro que Manzoni não “inventou” sozinho o italiano moderno — uma língua nunca nasce da cabeça de um único autor. Mas sua obra teve enorme importância na consolidação de um modelo linguístico nacional.
Qual foi a relação de Manzoni com a unificação da Itália?
Manzoni não foi um revolucionário de barricada, mas acompanhou com atenção o movimento que levaria à unificação italiana.
Sua produção literária já demonstrava um forte interesse pela independência e pela identidade nacional. A ode Marzo 1821, por exemplo, foi escrita no contexto das revoltas daquele ano, embora permanecesse inédita durante bastante tempo por causa da situação política.
Durante as Cinco Jornadas de Milão, em 1848, quando a população se levantou contra o domínio austríaco, Manzoni apoiou o movimento patriótico e assinou um apelo dos milaneses a Carlos Alberto.
Em 1860, antes mesmo da proclamação formal do Reino da Itália no ano seguinte, foi nomeado senador por seus serviços e méritos culturais.
O registro histórico do Senado italiano mostra algo bastante significativo: Manzoni foi incluído entre aqueles que haviam “ilustrado a pátria” por méritos eminentes. Sua autoridade literária já tinha adquirido uma dimensão política e nacional.
Em 1868, o ministro da Instrução Pública confiou a ele a presidência de uma comissão dedicada justamente à questão da unidade da língua.
Assim, literatura, educação e formação nacional acabam se encontrando de maneira bastante concreta em sua biografia.
Por que Os Noivos continua sendo lido?
Essa é precisamente a pergunta que a conferência anunciada pela Universidade de Genebra voltou a levantar em setembro de 2026.
Uma possível resposta é que o romance consegue trabalhar em vários níveis ao mesmo tempo.
Quem quiser apenas acompanhar Renzo e Lucia encontrará uma história cheia de reviravoltas. Quem se interessar por história encontrará fome, guerra, dominação estrangeira, epidemias e instituições do século XVII. Quem gosta de observar personagens terá figuras psicologicamente memoráveis. E quem se interessa por linguagem encontra um dos grandes laboratórios da prosa italiana moderna.
Além disso, Manzoni tem humor.
Esse aspecto muitas vezes desaparece quando o livro chega aos estudantes cercado por provas, exercícios e comentários gramaticais. O narrador é irônico, conversa com o leitor, ridiculariza autoridades e sabe muito bem explorar as fraquezas de seus personagens.
Don Abbondio é um excelente exemplo. Ele não é um grande vilão, nem um grande herói. É simplesmente alguém que deseja passar pela vida evitando qualquer risco. Exatamente por isso, pode ser muito engraçado — e bastante desconfortável.
Afinal, é mais fácil imaginar que os grandes problemas históricos são produzidos apenas por pessoas monstruosas. Manzoni lembra que muita injustiça também sobrevive graças a pessoas comuns que preferem não se envolver.
Onde ficava a casa de Alessandro Manzoni?
A residência mais associada ao escritor fica na Via Gerolamo Morone 1, em Milão.
Manzoni comprou a casa em 1813 e ali viveu durante a maior parte de sua vida adulta. Hoje o edifício abriga a Casa Manzoni e o Museu Manzoniano.
O espaço conserva ambientes relacionados à vida do escritor, sua biblioteca, retratos, objetos, documentos e o escritório onde trabalhou em I promessi sposi.
O percurso do museu foi organizado em dez núcleos e procura apresentar não apenas o autor, mas também sua família, seus amigos, os lugares de seus livros, seus interesses e a influência exercida sobre outros escritores.
É uma daquelas casas-museu que ajudam a diminuir a distância entre o nome que aparece na capa de um clássico e a pessoa que efetivamente viveu, escreveu, recebeu amigos, revisou páginas e acumulou livros naquele lugar.
Como Alessandro Manzoni morreu?
Manzoni morreu em 22 de maio de 1873, aos 88 anos, em Milão.
Nesse momento, já não era apenas um escritor célebre. Sua figura havia adquirido um enorme valor simbólico para a recém-unificada Itália.
O impacto de sua morte pode ser percebido também na música.
Giuseppe Verdi, profundamente admirador de Manzoni, compôs em sua memória a Messa da Requiem. A obra foi apresentada pela primeira vez em Milão, na Igreja de San Marco, em 22 de maio de 1874, exatamente no primeiro aniversário da morte do escritor.
É uma homenagem bastante extraordinária. Um dos maiores compositores italianos do século XIX respondia à morte de um dos maiores escritores italianos do mesmo século com uma obra que se tornaria parte permanente do repertório musical mundial.
Por que Alessandro Manzoni ainda importa?
Manzoni continua interessante porque permite observar algo que frequentemente esquecemos: uma obra literária pode interferir na sociedade muito além daquilo que acontece com seus personagens.
Os Noivos é uma história sobre Renzo e Lucia, mas também influenciou a maneira como gerações aprenderam a escrever e imaginar a língua italiana.
É um romance ambientado no século XVII, mas foi produzido durante o século XIX, quando a Itália discutia sua identidade política.
É um texto profundamente marcado pelo cristianismo, mas suas melhores perguntas ultrapassam os limites de uma experiência confessional: como agir diante do medo? Como distinguir justiça de vingança? O que uma sociedade faz quando a multidão escolhe culpados antes das provas? Até onde uma pessoa é responsável quando simplesmente obedece ao ambiente em que vive?
Talvez seja essa a razão de ainda existirem conferências perguntando, em 2026, por que reler Manzoni.
Um clássico não permanece vivo porque todo mundo é obrigado a considerá-lo importante. Ele permanece vivo quando novas gerações ainda conseguem fazer perguntas diferentes às suas páginas.
Qual livro de Alessandro Manzoni ler primeiro?
A resposta, neste caso, é quase inevitável: Os Noivos.
Para quem deseja conhecer Manzoni de verdade, vale dar preferência a uma tradução integral, porque adaptações muito reduzidas podem eliminar justamente aquilo que torna o romance mais interessante: a ironia do narrador, as digressões históricas, a peste de Milão, os conflitos morais e o trabalho de construção dos personagens.
Existe em português uma edição integral da Nova Alexandria, traduzida por Francisco Degani, com a História da Coluna Infame incluída. Essa combinação é particularmente interessante porque permite ler o romance e, logo depois, observar Manzoni trabalhando quase como um investigador histórico sobre o processo dos supostos disseminadores da peste.
Referências
UNIVERSITÉ DE GENÈVE — ALUMNI. Conférence “Il bello era a sentirlo raccontare...”. Divulgação publicada em 22 de setembro de 2026 da conferência dedicada à releitura de I promessi sposi, programada para 1º de outubro de 2026 no contexto da Semana da Língua Italiana no Mundo. Disponível em: Université de Genève . Acesso em: 23 set. 2026.
TRECCANI. Manzoni, Alessandro. Verbete biográfico sobre a vida, a produção literária e o papel de Manzoni na história da literatura italiana. Disponível em: Enciclopedia Treccani . Acesso em: 23 set. 2026.
TRECCANI. Manzoni, Alessandro — Enciclopedia dell’Italiano. Estudo sobre a trajetória de Manzoni e, especialmente, sua reflexão sobre a língua nacional e a revisão linguística de I promessi sposi. Disponível em: Treccani — Enciclopedia dell’Italiano . Acesso em: 23 set. 2026.
TRECCANI. I promessi sposi. Apresentação da história editorial, do contexto histórico e dos principais personagens do romance. Disponível em: Treccani — I promessi sposi . Acesso em: 23 set. 2026.
BONOMI, Ilaria. Manzonismi. Enciclopedia dell’Italiano, Treccani. Estudo sobre a influência de Manzoni e de I promessi sposi na língua italiana literária, escolar e cotidiana. Disponível em: Treccani — Manzonismi . Acesso em: 23 set. 2026.
CASA MANZONI. La vita. Cronologia da vida do escritor e informações sobre a composição de Il cinque maggio, Adelchi, Fermo e Lucia e I promessi sposi. Disponível em: Casa Manzoni — La vita . Acesso em: 23 set. 2026.
CASA MANZONI. Le opere. Informações sobre as diferentes redações de I promessi sposi, a edição de 1827, a revisão florentina e a edição definitiva de 1840–1842. Disponível em: Casa Manzoni — Le opere . Acesso em: 23 set. 2026.
CASA MANZONI. Il percorso museale. Informações sobre a residência de Manzoni em Milão e o atual Museu Manzoniano. Disponível em: Casa Manzoni — Museo . Acesso em: 23 set. 2026.
SENATO DELLA REPUBBLICA. Alessandro Manzoni. Estudo sobre sua nomeação como senador, seu envolvimento com o Risorgimento e sua participação nas discussões sobre a unidade linguística italiana. Disponível em: Senato della Repubblica . Acesso em: 23 set. 2026.
TEATRO ALLA SCALA / RICORDI. Giuseppe Verdi — Messa da Requiem. Documentação que registra a primeira execução da obra em Milão, em 22 de maio de 1874, no aniversário da morte de Manzoni. Disponível em: Teatro alla Scala . Acesso em: 23 set. 2026.
NOVA ALEXANDRIA. Os Noivos. Informações da edição brasileira integral traduzida por Francisco Degani, com História da Coluna Infame. Disponível em: Editora Nova Alexandria . Acesso em: 23 set. 2026.
WIKIPÉDIA. Alessandro Manzoni. Utilizada como ponto inicial de consulta e organização temática, com as informações principais verificadas e aprofundadas nas fontes institucionais e especializadas apresentadas acima. Disponível em: Wikipédia — Alessandro Manzoni . Acesso em: 23 set. 2026.

Nenhum comentário:
Postar um comentário